Quando se fala em bruxas logo se imagina velhas de nariz grande, verrugas enormes, voando em vassouras e aquelas gargalhadas sinistras, uma pessoa invejosa que pensa em fazer feitiços para prejudicar pessoas. Mas a realidade não era essa, na verdade, as bruxas eram lindas mulheres, atraentes, sábias, tentadoras, de conhecimentos sobre a natureza e possivelmente magia, dominavam o uso medicinal das plantas. Eram enfim, verdadeiras cientistas, sendo que à época de sua existência, não havia divisão entre a ciência e a fé eram uma coisa só. A bruxa é um grande simbolo do Halloween, data comemorada em 31 de outubro, por países que ainda preservam essa cultura, a mais de 2500 anos.
A existência das bruxas começa na Idade Média, elas parecem existir apenas no imaginário conhecidas com a aparência citada anteriormente e por seus feitos enigmáticos que surgem dos medos da época, quando deixam de ser imaginação passam a ser perseguidas por fanáticos da igreja católica. No século XI o bispo Worms especulava sobre suas crenças e armas contra o catolicismo e se eram seguidoras do demônio, se sim havia uma pena de quarenta dias de jejum e setenta anos de penitência, foi assim até o século XIII. No século XIV e XV o conceito de magia e crenças das bruxas foram confundidos pela ignorância da população da época, assim reprimindo a bruxaria até o século XVII. Em 1326 o papa João Paulo XXII autorizou oficialmente a caça as bruxas sobre disfarce de que elas praticavam a doutrina contraria a palavra de Deus. Desde então qualquer fato desconhecido como a Aquitânia em 1453, uma epidemia que provocou muitas mortes, eram considerados motivos de praticas de bruxaria pelas mulheres da região de preferência as de aparência magra e feias, essas eram presas e submetidas a interrogatórios e torturas, algumas acabavam confessando e eram condenadas a fogueira, quem não confessava acabava linchadas e queimadas pela multidão irritada pela falta de punição. Os processos de feitiçaria se multiplicaram em 1430, e em 1484 o Papa Inocêncio VIII promulgou a bula Sumis desiderantes affectibus, confirmando a existência da bruxaria. Em 1484 foi publicado o "Martelo das Bruxas".
domingo, 5 de maio de 2013
Especial de Halloween - Bruxas
Quando se fala em bruxas logo se imagina velhas de nariz grande, verrugas enormes, voando em vassouras e aquelas gargalhadas sinistras, uma pessoa invejosa que pensa em fazer feitiços para prejudicar pessoas. Mas a realidade não era essa, na verdade, as bruxas eram lindas mulheres, atraentes, sábias, tentadoras, de conhecimentos sobre a natureza e possivelmente magia, dominavam o uso medicinal das plantas. Eram enfim, verdadeiras cientistas, sendo que à época de sua existência, não havia divisão entre a ciência e a fé eram uma coisa só. A bruxa é um grande simbolo do Halloween, data comemorada em 31 de outubro, por países que ainda preservam essa cultura, a mais de 2500 anos.
A existência das bruxas começa na Idade Média, elas parecem existir apenas no imaginário conhecidas com a aparência citada anteriormente e por seus feitos enigmáticos que surgem dos medos da época, quando deixam de ser imaginação passam a ser perseguidas por fanáticos da igreja católica. No século XI o bispo Worms especulava sobre suas crenças e armas contra o catolicismo e se eram seguidoras do demônio, se sim havia uma pena de quarenta dias de jejum e setenta anos de penitência, foi assim até o século XIII. No século XIV e XV o conceito de magia e crenças das bruxas foram confundidos pela ignorância da população da época, assim reprimindo a bruxaria até o século XVII. Em 1326 o papa João Paulo XXII autorizou oficialmente a caça as bruxas sobre disfarce de que elas praticavam a doutrina contraria a palavra de Deus. Desde então qualquer fato desconhecido como a Aquitânia em 1453, uma epidemia que provocou muitas mortes, eram considerados motivos de praticas de bruxaria pelas mulheres da região de preferência as de aparência magra e feias, essas eram presas e submetidas a interrogatórios e torturas, algumas acabavam confessando e eram condenadas a fogueira, quem não confessava acabava linchadas e queimadas pela multidão irritada pela falta de punição. Os processos de feitiçaria se multiplicaram em 1430, e em 1484 o Papa Inocêncio VIII promulgou a bula Sumis desiderantes affectibus, confirmando a existência da bruxaria. Em 1484 foi publicado o "Martelo das Bruxas".
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